sábado, 19 de febrero de 2011

Mociones de Solidaridad de la UNE de Brasil

Moção em Solidariedade as Revoluções Democráticas no Egito e na Tunísia
A União Nacional dos Estudantes, entidade máxima representativa dos estudantes universitários brasileiros, entidade forjada nas batalhas contra o nazi-facismo e inspirada nos mais profundos sentimentos internacionalistas, durante a sua reunião de diretoria plena, realizada na cidade de São Paulo, vem manifestar profundo entusiasmo com as revoluções democráticas que estão ocorrendo no norte da África e no mundo árabe, protagonizados por Tunísia e Egito.
Assim como a América Latina, o mundo árabe é uma região que historicamente sofreu fortes ingerências do imperialismo norte americano, que ao total mantém mais de 800 bases militares espalhadas pelo mundo. Os povos destes países se levantam para construir uma sociedade justa e democrática. A queda do ditador tunisiano Zine El Abidine Bem Ali e do ditador egípcio Hosni Mubarak, representa uma virada geopolítica na região, que é estratégica pelo seu posicionamento e riquezas naturais.
Saudamos a heroica luta destes povos, que de maneira autônoma e soberana devem decidir os rumos de seus países. Condenaremos todo e qualquer tipo de tentativa de ingerência, estadunidenses e de seu aliado mais fiel o estado de Israel, em tentar conter o processo revolucionário, impondo sucessores submissos a suas orientações políticas.
Defendemos a auto determinação dos povos. Todos os bilhões de dólares em riquezas, que foram saqueadas destas nações e de seu povo, devem ser devolvidos. Todos os envolvidos em crimes e violações dos diretos humanos devem ser julgados.
Toda solidariedade ao povo e a revolução no Egito e na Tunísia!
Moção em solidariedade a Federação Universitária Pro - Independência de Porto Rico, aos estudantes e ao povo porto-riquenho
O caribe é a região do mundo com mais territórios, por serem descolonizados. Uma dessas neo-colônias é Porto Rico, que na condição de estado associado aos Estados Unidos da América, têm sua soberania violada e não possui direitos de uma nação. O povo boricua, sofre abusos e atropelos da política norte americana. Porto Rico é, por exemplo, um depósito de lixo tóxico e nuclear gerado nos EUA. O país também foi um dos mais afetados pela crise mundial do capitalismo.
Os estudantes da Universidade de Porto Rico (UPR) mantêm, desde o final do ano passado, uma resistência homérica contra a proposta de reforma universitária do governo de Luis Fortuño que, dentre outras coisas, aumenta o valor das mensalidades para 800 dólares. Foram várias paralizações, que culminaram com a ocupação da universidade pelas forças policiais, que visam conter os protestos dos estudantes, dos sindicalistas da Associação Porto-riquenha de Professores Universitários (APPU) e do Sindicato de Empregados Não Docentes (SEND). Do confronto realizado no dia 8 de fevereiro, no campus de Rio Pedras em San Juan, resultaram presos 28 estudantes e outras dezenas de pessoas ficaram feridas.
A União Nacional dos Estudantes em sua reunião de diretoria plena realizada na cidade de São Paulo se solidariza a Federação Universitária Pro Independência de Porto Rico, aos estudantes e ao povo geral daquele país, contra a reforma universitária privatizante proposta pelo governo. Defendemos a educação pública, gratuita, de qualidade e com extremas vinculações com as demandas sociais de seu povo. A invasão da UPR pelas forças policiais agride um dos princípios fundamentais da Universidade Latino Americana que é a autonomia, ação digna das piores ditaduras militares vividas nos nossos países. Acreditamos também que a cobrança abusiva de mensalidades nas universidades públicas, não populariza o exercício do ensino superior.
Porto Rico foi protagonista na luta pelas primeiras independências coloniais na América Latina, que já completam 200 anos. Também pariu um dos principais heróis da luta anti-imperialista latino americana Jose Rafael Varona, ex Secretario Executivo da Organização Continental Latino Americana e Caribenha de Estudantes (OCLAE), assassinado pelo exército dos EUA durante visita ao Vietnam.
Em defesa da Universidade Pública e dos Direitos Estudantis, Viva Porto Rico Livre!
Moção em Solidariedade ao Presidente da Federação dos Estudantes Universitários do Equador (FEUE) Marcelo Rivera
A União Nacional de Estudantes (UNE), através da sua reunião de diretoria, vem por meio de esta solidarizar-se com os estudantes universitários equatorianos e com o presidente nacional da Federação dos Estudantes Universitários do Equador (FEUE) Marcelo Rivera, que está preso a 11 meses acusado de terrorismo, por participar em uma ocupação na reitoria da Universidade Central do Equador. Marcelo recentemente foi condenado a 3 anos de prisão e a pagar uma multa de quase 300 mil dólares.
A ocupação ocorreu no período de discussão da Reforma Universitária, onde os estudantes lutavam pela manutenção da gratuidade irrestrita, o fortalecimento do co-governo estudantil e da autonomia universitária.
A UNE condena a detenção de uma liderança estudantil, por lutar em defesa de seus companheiros e representados, a luta dos estudantes equatorianos também é a luta de todos os estudantes brasileiros. Nosso país nos últimos 3 anos fomos protagonistas uma onda de várias ocupações de reitorias e de universidades, onde nenhum estudante foi detido. Nossa luta aqui é para romper as algemas conservadoras incrustadas na universidade brasileira, que muitas vezes impede o crescimento e a popularização da universidade brasileira.
A FEUE é entidade irmã da UNE, ambas co-fundadoras da entidade que nos nucleia a nível continental a OCLAE, e ambas tem larga trajetória em defesa da educação e do povo equatoriano e brasileiro. Pedimos a liberdade imediata do companheiro Marcelo Rivera, bem como a anulação da injusta multa de quase 300 mil dólares.

No a la represión al magisterio de Oaxaca y No a la privatización de la educación.

El lunes 14 de febrero, la presidencia de México emitió un decreto donde el gobierno hace deducibles de impuestos los gastos de colegiaturas en escuelas privadas desde preescolar hasta bachillerato, ante esto el magisterio democrático se movilizó para rechazarlo y fue brutalmente reprimido el de Oaxaca.

La medida de deducir impuestos, representa un subsidio a la educación privada y su promoción, pues genera un incentivo para recurrir a ésta, asegurando el pago de colegiaturas a través de las familias, pero con dinero público. Como sabemos, cada peso que deje de ingresar como impuestos es uno menos para atender necesidades sociales. En este caso será una cantidad significativa, pues son entre 13 mil millones de pesos (mil 300 millones de dólares) y 16 mil millones de pesos (mil 600 millones de dólares), según la Secretaría de Hacienda.

Para que se tenga una idea de lo que representa esto, mencionaremos que revisando el presupuesto asignado por la Cámara de Diputados para 2011 en educación, 16 mil millones de pesos equivalen a cuatro veces el presupuesto de la Universidad Autónoma Metropolitana, diez veces el presupuesto anual de la Universidad Autónoma Chapingo, quince veces el presupuesto anual del sistema del Colegio Nacional de Educación Profesional Técnica, diez veces el presupuesto del Centro de Investigación y de Estudios Avanzados del Instituto Politécnico Nacional. Es equivalente a la suma de las aportaciones federales para educación que reciben juntos los estados de Michoacán y Morelos; representa tres mil millones de pesos (300 millones de dólares) más, que el total de las aportaciones federales para educación en el estado de Oaxaca.

Los maestros oaxaqueños, agrupados en la sección 22 del SNTE-CNTE, ante la visita de Felipe Calderón a la Ciudad de Oaxaca para inaugurar el nuevo campus de una Universidad privada, acudieron al centro de la Ciudad para realizar una manifestación en demanda de justicia por los crímenes cometidos durante el conflicto de 2006, en rechazo a la privatización de la educación y al decreto aprobado por la presidencia. Esta manifestación fue duramente reprimida por las policías federales y estatales, dejando un saldo de 20 detenidos (posteriormente liberados), 30 lesionados, entre ellos los maestros Gabriel Melitón Santiago, Secretario de Prensa y Propaganda de la Sección XXII, Raymundo Servando Santiago, Marcelino Coache activista de la APPO y Gildardo Mota reportero de Radiograma; así como daños materiales en el centro histórico de la Ciudad.

Ante esto la sección 22 realizó un paro de labores de 24hs, una manifestación (20 mil profesores de Valles centrales), y cierre de rutas en todo el estado para protestar contra la represión, exigir al gobierno estatal el esclarecimiento y castigo a los responsables de los enfrentamientos; y demandar la anulación del decreto que subsidia a la educación privada.

Responsabilizamos de la brutal represión, al nuevo gobernador oaxaqueño, postulado por una alianza de “izquierda” de los partidos PRD-PT-Convergencia y al gobierno federal del partido de derecha PAN.

Por su parte, los maestros democráticos de la sección 18 del SNTE-CNTE, realizaron una convocatoria para movilizarse el 3 de marzo por las mismas causas, otra expresión del descontento generado es la de los maestros de la sección 9 del SNTE-CNTE, quienes el jueves 17 de febrero, se concentraron frente a las oficinas de la Secretaría de Educación Pública en la capital del país protestando por la represión a los maestros democráticos y en contra del decreto multicitado.

Expresamos nuestro rechazo a toda represión ejercida contra el pueblo mexicano, respaldamos las protestas de los maestros de Oaxaca, Michoacán, el D F y de todo el país, en contra de la privatización de la educación. Exigimos la derogación del Decreto presidencial para hacer deducibles los gastos en educación, ya que atenta directamente contra la educación como derecho social que debe ser garantizado por el Estado, mandato Constitucional que el gobierno no cumple, y nos sumamos a las demandas de justicia del magisterio Oaxaqueño.

Solicitamos a las organizaciones fraternas, un pronunciamiento de solidaridad con el magisterio mexicano en su lucha contra la privatización de la educación y contra la represión.

Sección Mexicana de la Coalición Trinacional en Defensa de la Educación Pública.
Cd. de México, 18 febrero de 2011

viernes, 18 de febrero de 2011

Fidel Castro calificó de heroica la resistencia estudiantil en Puerto Rico

a Habana, 18 feb (PL) El líder de la Revolución Cubana, Fidel Castro, calificó de heroica la resistencia de los jóvenes estudiantes de Puerto Rico que libran una lucha por el respeto de sus derechos.
Esos jóvenes dieron una gran batalla, y anteriormente, demostraron su dignidad en Vieques, subrayó al intervenir en un encuentro con intelectuales participantes en la XX Feria Internacional del Libro de La Habana, transmitido por televisión.

El líder revolucionario se preguntó cuánta publicidad recibieron estos acontecimientos heroicos por los medios de difusión masiva en Estados Unidos.

En ese sentido la escritora y periodista argentina Stella Calloni recalcó que la valentía de esos alumnos es increíble y mencionó otros hechos en la región como el del movimiento de resistencia en Honduras.

Por tal motivo debemos regresar a la época del intelectual militante, tenemos que comenzar una tarea auténticamente revolucionaria, no podemos seguir parados discutiendo temas interesantes, es necesario actuar, no mañana, ni pasado, sino ahora mismo para romper con la confusión creada por los medios de difusión, planteó.

Al referirse a los episodios más recientes ocurridos en el mundo árabe, Fidel Castro, luego de escuchar las intervenciones de algunos participantes, puntualizó que el presidente norteamericano, Barack Obama, estaba muy preocupado con el curso de esos hechos, y agregó, "el dueño está preocupado", en referencia al jefe de la Casa Blanca.

Coincidió con el intelectual español Pascual Serrano, en que debe culminar en la historia de la humanidad el culto a la sociedad de consumo y la insaciable voracidad de Estados Unidos y Europa, centrados en el desarrollo industrial y tecnológico obviando los conceptos éticos.

Fidel Castro mostró interés por los trabajos que se realizan en el campo de la historia en la isla caribeña, al tiempo que elogió y estimuló la producción de audiovisuales dirigidos a llevar el conocimiento a las más jóvenes generaciones.

Egipcios celebran victoria sobre Mubarak y arrestos de exministros

El Cairo, 18 feb (PL) Egipcios de distintos estratos sociales y tendencias políticas participan hoy en la llamada "marcha de la victoria" sobre Hosni Mubarak, con el añadido de celebrar el arresto preventivo de tres exministros acusados de corrupción.
Organizadores de la movilización aseguraro haber covocado a millones de ciudadanos en varias regiones de Egipto, pero se espera que sólo en El Cairo se concentren más de un millón de personas en la emblemática Plaza Tahrir, escenario de 18 días de protestas antigubernamentales.

"El propósito fundamental es festejar la caída de Mubarak hace una semana y también dejar claro a los militares (a los que el ex presidente cedió el poder) que seguiremos presionando por reformas democráticas", comentó a Prensa Latina Wanil Saleh.

Saleh, un activista de credo cristiano que se sumará a la multitudinaria marcha después de las plegarias musulmanas del mediodía, destacó como otro incentivo para manifestarse la noticia del arresto de tres ex ministros y un ex dirigente del Partido Nacional Democrático.

La Fiscalía General de Egipto ordenó prisión preventiva para Habib El-Adly, Ahmed Al-Maghrabi y Zuheir Al-Garana, ex titulares de Interior, Vivienda y Turismo del anterior gobierno, respectivamente, y Ahmed Ezz, ex secretario de organización del referido partido (PND).

Los cuatros están acuados de corrupción y malversación de fondos públicos, por lo que el jueves en la noche se solicitó mantenerlos bajo arresto durante los próximos 15 días, a la espera de juicio.

Según fuentes judiciales citadas por la agencia de noticias oficial MENA, Al-Adly también deberá responder por blanqueo de dinero y espculación, así como por la represión de los manifestantes que exigieron en las calles del país la renuncia de Mubarak.

Datos aún preliminares difundidos esta semana por el Ministerio de Salud refirieron que 365 manifestantes murieron y al menos cinco mil 500 requirieron atención médica a causa de las heridas propinadas por las fuerzas antimotines durante las revueltas. El pliego acusatorio señala que Ezz, un ex diputado del PND y magnate de empresas del sector del acero, obtuvo licencias ilícitas para instalar fábricas en la zona franca de Suez, según MENA.

Muchos opositores también culpan al multimillonario de haber influido financieramente en el fraude masivo de las elecciones legislativas de noviembre y diciembre pasados, una de las razones de insatisfacción social que compulsaron las protestas contra el régimen.

Por otro lado, a Al-Maghrabi le imputan haber adjudicado terrenos en la ciudad 6 de Octubre, en las afueras de El Cairo, a una empresa de la cual era socio para construir residencias, y Al-Garana responderá por prevaricación al dar permisos a allegados para crear firmas turísticas.

Junto al anuncio hecho también ayer de que no postulará ningún candidato a las elecciones presidenciales previstas para dentro de seis meses, el Consejo Supremo de las Fuerzas Armadas trasmitió una señal tranquilizadora a la ciudadanía con las recientes detenciones.

La falta de libertades políticas, la represión sistemática a opositores por parte de las fuerzas de seguridad, la pobreza, el desempleo y la corrupción, fueron los males del Gobierno anterior que más irritaron a quienes protestaron en las calles contra Mubarak.

jueves, 17 de febrero de 2011

Mexicanos critican poca voluntad del Gobierno de mejorar la educación pública

El vocero principal de la Coordinadora Nacional de Trabajadores de la Educación, Luis Deloya, denunció este miércoles que el Gobierno del presidente mexicano, Felipe Calderón, tiene “muy poca voluntad” de mejorar la educación pública del país norteamericano.

En entrevista concedida a teleSUR, Deloya se refirió a la situación de la educación pública en México, sector en el que se generó una huelga general para exigir democratización y mayor presupuesto de parte del Estado.

Deloya recordó que lucha por las mejoras educativas en el sector público de su país llevan aproximadamente 31 años, pero sostuvo que el resultado obtenido con gobiernos neoliberales es el de “represión a las manifestaciones y boicoteo a quienes luchamos y buscamos lo mejor para nuestros pueblos”.

“Desde hace 31 años hemos estado pugnando por una mejora en la educación, pues queremos que sea mejor, obligatoria, y gratuita (…) Pero con el arribo de gobiernos de corte neoliberal y, ahora, con el de Felipe Calderón hemos visto como le han dado mayor prioridad a los proyectos mandatados desde organismos internacionales. que van poco a poco medrando la educación publica y dándole paso a una privatización de la educación”, crítico el dirigente.

En este punto, hizo referencia a una medida propuesta recientemente ante el poder Legislativo mexicano, en la que por medio de una reforma a la Ley General de Educación se pretende “dar una oportunidad de los inversionistas internacionales a hacer de la educación pública un negocio económico”.

“También tenemos la medida aprobada ayer (este martes) donde, por medio de un decreto presidencial, se benefició a la educación privada eximiéndole del pago de impuestos, lo que demuestra más las intenciones del Gobierno mexicano de agredir educación pública a medida que se apoya la privatización”, enfatizó.

Calderón realizó una visita al estado mexicano de Oaxaca (sur) el pasado martes, momento en el que se produjeron masivas manifestaciones pacíficas por parte de maestros, las cuales dejaron al menos 18 heridos a causa de la represión policial.

El dirigente del Sindicato Nacional de Trabajadores de la Educación (SNTE), Santiago Chepi, aseguró que dos profesores se encuentran hospitalizados en condición grave.

Además, Chepi resaltó que para este miércoles se efectuaría la huelga en contra del decreto presidencial que permite deducir del Impuesto Sobre la Renta el pago de la educación privada.

Como respuesta, el Gobierno estatal informó a través de un comunicado que lamentaba los hechos surgidos en la revuelta y expresó que se “solidariza” con los profesores Gabriel Melitón Santiago y Raymundo Santiago Sánchez, que se encuentran hospitalizados.

No obstante, el Gobierno no emitió comentario alguno sobre la solicitud de los educadores.

Ante estas acciones, miles de mexicanos que han criticado la represión policial durante la visita de Calderón a Oaxaca

miércoles, 16 de febrero de 2011

Fidel Castro alerta sobre peligros para la especie humana

La Habana, 16 feb (PL) El líder de la revolución cubana, Fidel Castro, reafirmó que la especie humana está en peligro real de extinción y que se puede y se debe hacer un esfuerzo para evitarlo.

* Fidel Castro advierte sobre consecuencias de cambio climático
Creo que hay que hacerlo en este momento y es un tema fundamental que quería discutir con los visitantes, dijo Fidel Castro en un encuentro con intelectuales participantes en la XX Feria Internacional del Libro de La Habana, transmitido por el programa radiotelevisivo Mesa Redonda.

Si logramos que los intelectuales comprendan el riesgo que estamos viviendo en este momento en que la respuesta no se puede posponer, indicó, tal vez logren persuadir a las criaturas mas autosuficientes e incapaces que han existido nunca: nosotros, los políticos.

Señaló que le correspondió hace casi 20 años la desagradable tarea de advertir al mundo en la conferencia de Naciones Unidas sobre medio ambiente y desarrollo que la especie humana estaba en peligro de extinción.

Lo razoné entonces, refirió, aunque el peligro no era inminente como ahora, se me escuchó con atención, aunque tal vez seria mejor decir que con benevolencia.

Imagen activaHan pasado solo 19 años y hoy veo cosas perturbadoras que ya están sucediendo y no admiten dilación alguna, expresó, y si pensamos que estamos ya a un paso del abismo y nuestro cálculo no fue exacto, ningún daño haríamos a la humanidad.

Recordó las nefastas consecuencias de las bombas nucleares lanzadas en 1945 sobre las ciudades japonesas de Hiroshima y Nagasaki, que desataron el terror y provocaron la muerte a cientos de miles de personas instantáneamente.

Subrayó que entre los factores que amenazan al mundo se encuentran las guerras, por las colosales energías que los científicos han sido capaces de poner en manos del hombre.

Señaló que bastarían 100 de esas armas para provocar un invierno nuclear, con lo cual el sol no aparecería.

LLAMADO A LA CONCIENCIA Y A LA MEMORIA HISTÓRICA DÍA MUNDIAL DE SOLIDARIDAD CON LA UPR

"Antonia, los pueblos no perdonan."-Antonio Cabán Vale "El Topo"

El 11 de marzo de 1971 fue uno de los días más sangrientos en la historia de la Universidad de Puerto Rico. En un Recinto de Río Piedras ocupado por la Policía de Puerto Rico, confrontaciones violentas segaron las vidas de dos policías, incluyendo el entonces jefe de la notoria Unidad de Operaciones Tácticas, y un estudiante.

Apenas un año antes, el 4 de marzo de 1970, durante una manifestación estudiantil, había muerto la estudiante Antonia Martínez Lagares a manos de un oficial de la Policía. Esas tragedias influyeron sobre a una serie de decisiones que contribuyeron a reducir la intensidad de los conflictos universitarios durante las décadas siguientes, incluyendo la salida del recinto del Cuerpo de Entrenamiento de Oficiales de Reserva del Ejército de los Estados Unidos (ROTC, por sus siglas en inglés), y un compromiso institucional de resolver los conflictos universitarios sin intervención policíaca

Cuarenta años después, la comunidad universitaria, liderada por el estudiantado, sigue luchando por una institución democrática y accesible, frente a las políticas abusivas y excluyentes del el gobierno colonial de turno. Entre estas, además de su clara intención de privatizar lo más posible la educación superior, dicho gobierno ha despedido a más de 25,000 empleados públicos y pretende construir un gasoducto a lo largo y ancho de la isla que desplazará comunidades enteras e impactará zonas de alto valor ecológico y arqueológico.

En ese contexto, el Recinto de Río Piedras nuevamente vivió varios meses de ocupación policíaca, con el aval de las autoridades del gobierno y de la propia administración universitaria, como reacción a la huelga declarada democráticamente por la Asamblea General de Estudiantes del Recinto, en rechazo de una injusta e arbitraria “cuota especial” de $800. Los ojos del mundo observaron cómo ante las cámaras de televisión, oficiales de la Policía de Puerto Rico torturaron impunemente a desobedientes civiles pacíficos, acosaron y agredieron sexualmente a mujeres estudiantes, ficharon y hostigaron discriminatoriamente a líderes estudiantiles y golpearon a mansalva incluso a personas ya bajo custodia.

No cabe duda de que la reciente decisión del Gobernador Luis Fortuño de retirar el grueso de la fuerza policial del Recinto de Río Piedras es una victoria parcial del estudiantado, que con su valentía y determinación ha hecho insostenible para el gobierno mantener ese nivel de represión. No obstante, no es el momento de bajar la guardia. No sería la primera vez que el gobierno de Fortuño reduce temporalmente su uso de la fuerza bruta, para luego regresar con mayor crudeza, usando cualquier pretexto. Estamos convencidos de que si la Policía de Puerto Rico no es retirada de forma inmediata, total y permanente de todos los recintos de la UPR, será cuestión de tiempo antes de que ocurra otro 11 de marzo.

Además, nos une la firme convicción de la justeza de los reclamos universitarios. La huelga sigue vigente, y la lucha (su fase actual) continúa hasta derogar la cuota. A largo plazo, favorecemos la democratización real de la toma de decisiones en la UPR, de manera que sea la comunidad universitaria la cual determine la mejor manera de abordar los problemas económicos y administrativos de la institución.

Por estas razones, el viernes, 11 de marzo del 2011, cuadragésimo aniversario de aquel fatídico 11 de marzo, será el Día Mundial de Solidaridad con la UPR. Ese día celebraremos, en nuestras respectivas ciudades, manifestaciones simultáneas junto con individuos y organizaciones que apoyan las causas justas. En un momento en que el mundo todavía vibra con la poderosa voz del valiente pueblo egipcio y de las demás naciones árabes en su reclamos por la justicia y la democracia genuina, confiamos en que las personas conscientes del mundo darán la bienvenida a esta iniciativa y gestionarán sus propias actividades en ese día.

Les alentamos con entusiasmo a que se adhieran a esta Declaración, y nos envíen vídeos, imágenes y declaraciones de apoyo de sus actividades del Día Mundial de Solidaridad con la UPR.

¡LUCHA SÍ, ENTREGA NO!¡FUERA LA POLICÍA DE LA UPR!¡CERO CUOTA!

Solidaridad de la FEPE con los estudiantes de Puerto Rico

Quito, 02 de febrero de 2011.

Compañeros

ESTUDIANTES DE PUERTO RICO

Presente.-


Hemos tomado conocimiento que en Las últimas fechas se han venido suscitando un ataque brutal contra la Universidad Puertorriqueña, los cuales al igual que sucede en nuestro país se ha enfocado principalmente en recortes de presupuestos, alzas de costos de matrículas y una reducción de la clase trabajadora dentro de las Universidades.

Los estudiantes han declarado una huelga para protestar la imposición de una cuota de $800 adicionales a los costos de la matrícula, dicha imposición se estima que impedirá a alrededor de 10000 estudiantes continuar con sus estudios.

Esta es una visión burguesa de la universidad, que pretende la eliminación de materias como ciencias sociales y humanidades. Gran mentira pues lo que se busca es una formación tecnócrata en la que el futuro trabajador realice su labor sin cuestionamientos, lo que provoca que exista una mano de obra barata, que no permita obtener un salario digno, que logre abastecer las necesidades básicas del trabajador y su familia.

Ante todos estos hechos la universidad puertorriqueña se ha mantenido en lucha por una verdadera educación científica, en sus universidades. Pero como respuesta el gobierno ha militarizado las universidades y ha dado paso a la represión como suelen suceder en los países neoliberales, basta mencionar la similitud de la represión en las calles y de juicios por parte del gobierno ecuatoriano.

A pesar de todo esto las protestan no han cesado, se mantienen en pie de lucha, lo que ha costado 200 detenidos. Como FEPE rechazamos estas acciones en contra de los compañeros estudiantes y el pueblo puertorriqueño, y expresamos nuestra solidaridad ante la arremetida de la burguesía transnacional.

Denunciamos las violaciones contra la universidad y la criminalización de la lucha estudiantil, ya que de igual manera que ellos sentimos la embestida de querer callar la voz de los jóvenes revolucionarios que no aceptamos las políticas neoliberales que se pretenden aplicar y buscamos constantemente el desarrollo de nuestros pueblos desde las aulas de clases.



La arremetida burguesa que ustedes sufren no es nueva. En todos los rincones del país la clase obrera resiste un ataque feroz de parte de los patrones y su estado.


Fraternalmente,


¡Viva la unidad de estudiantes, obreros y campesinos!
¡Por la defensa de la educación pública!




Michael H. Zambrano G.
PRESIDENTE NACIONAL FEPE
SECRETARIO POR LA REGIÓN ANDINA DE LA OCLAE

lunes, 14 de febrero de 2011

RENUNCIA PRESIDENTE DE LA UNIVERSIDAD DE PUERTO RICO

Los estudiantes de la Universidad de Puerto Rico (UPR), afirmaron que la renuncia oficializada este viernes del presidente de la casa de estudios José Ramón de la Torre, no garantiza que su demanda de rebajar la matrícula de 800 dólares sea escuchada.
Desde el centro de estudios el enviado especial de teleSUR a ese país, Eduardo Martínez, reportó que para este sábado se espera una masiva movilización en la que diferentes sectores de la sociedad puertorriqueña acompañarán a los alumnos para exigir cambios.
“Los estudiantes se mantiene firmes en sus demandas y esperan que se le escuche para frenar la huelga que ya lleva un mes y medio”, informó el periodista.
Para las 14H00 locales (18H00 GMT) se convocó la marcha que lleva como nombre “yo amo a la UPR”. Los estudiantes se concentrarán en la Plaza De La Convalecencia de la capital.
“Este próximo sábado, víspera de San Valentin necesitamos manifestar todo nuestro amor por la UPR, todo nuestro amor por la educación pública y todas nuestras esperanzas puestas en la culminación de este conflicto”, es el mensaje publicado a través de la red social Facebook, usada para divulgar información acerca de las movilizaciones.
Para los estudiantes existen solo cuatro puntos para discutir con el Gobierno y la administración para acabar con la huelga.
“Cero Cuota, más Fondos para la UPR, Fuera la Policía de la UPR y Cero Sanciones”, exigen los jóvenes.
Los estudiantes han denunciado el abuso policial en los alrededores del centro de estudios.

“Hemos contemplado como se toca a compañeras en sus partes íntimas por parte de la policía, como se tortura jóvenes en el suelo, como se dispara balas de gomas y gas lacrimógeno a diestra y siniestra sin importar las escuelas aledañas. Es por esto que hacemos un llamado a la organización y reunión de todos los sectores que queremos que esto se resuelva sin que se derrame una sola gota de sangre”, dice el mensaje colgado en la página de la convocatoria.

Este viernes el presidente José Ramón de la Torre renunció a su cargo por supuestas “razones de carácter familiar” .

Torre ha tenido que enfrentar duras manifestaciones estudiantiles por el anuncio del aumento de la matrícula en un 100 por ciento y por la entrada de la policía nacional en el recinto.

En mayo de 2010 se realizó una huelga estudiantil, mientras que otra comenzó en diciembre y se mantiene todavía. Los estudiantes rechazan la imposición de una cuota de 800 dólares por parte de la administración de la UPR, para supuestamente paliar la crisis que enfrentaba la Universidad.

Los estudiantes están sujetos a una Ley que fue aprobada luego de las revueltas estudiantiles, que establece como delito la destrucción o impedimento al acceso de los servicios públicos de las instalaciones de la UPR.

sábado, 12 de febrero de 2011

Renuncia Mubarack

El Cairo_ El tráfico quedó paralizado y un ruido ensordecedor se apoderó de El Cairo en señal de júbilo popular por la renuncia del presidente Hosni Mubarak, luego de 18 días de vigorosas protestas para exigir su dimisión.

Los jóvenes protagonistas de una rebelión sin precedentes en esta nación árabe estallaron de alegría, algunos dejaron escapar lágrimas, al escuchar al vicepresidente egipcio, Omar Suleiman, confirmar que Mubarak cedió el poder al Consejo Superior de las Fuerzas Armadas.

El anuncio se conoció mientras millones de egipcios se manifestaban en la plaza Tahrir de El Cairo, devenida epicentro de las protestas, y en otras regiones del país con una mezcla de alegría y frustración por el discurso pronunciado ayer por el ya ex jefe de Estado.

Mubarak subrayó anoche que se mantendría al frente del país y que moriría en Egipto, en una clara advertencia de que no renunciaría y tampoco huiría, como le exigían sus opositores en las calles.

Tras la confirmación de la noticia por la televisión estatal, jóvenes cantaron, bailaron y corearon consignas patrióticas en las calles, incluida la ya mítica plaza Tahrir, según pudo constatar Prensa Latina en un recorrido por el centro de la ciudad capital.

Una multitud de personas sigue emplazada en esa zona del centro de El Cairo, algunos aún sin creer que acabaron 30 años de mandato del "rais" (presidente, en árabe) y prometieron pernoctar, aunque sea por última vez, en es espacio.

"Libertad, libertad", "se fue, lo echamos", gritaba una marea humana hechida de júbilo luego de escuchar el comunicado oficial por el canal estatal Nile TV.

"Mis queridos ciudadanos, en estos momentos difíciles que el país atraviesa, el presidente Hosni Mubarak ha decidido ceder su cargo como presidente y el Consejo Supremo militar ha tomado el control de los asuntos del Estado. Que Dios nos proteja", declaró Suleiman.

Culminación del Foro Social Mundial

Terminó este viernes (11) el Forum Social Mundial (FSM) que se desarrollaba en Dakar, Senegal, en el continente africano. Después de seis días repletos de actividades autogestionadas, marchas, asambleas de convergencia y movilizaciones, los participantes de más de 120 países se despidieron del evento que, desde 2001, reúne a grandes contingentes de activistas sociales para concretar la construcción de ‘otro mundo posible'.

Reunidos en la Asamblea de Movimientos Sociales, los miembros de las organizaciones participantes divulgaron la declaración, fruto de varios momentos de debate, intercambio de experiencias y aprendizaje. Muchas de las demandas presentes en el documento ya se encuentran en la pauta de los movimientos desde el primer forum, realizado en Porto Alegre, Brasil. La intención es mostrar que los pueblos continúan preparados y motivados para luchar por una civilización humana libre, hasta que ella se concretice realmente.

La realización del FSM en Dakar fue una oportunidad de reafirmar el apoyo a la lucha de los pueblos de África y de Costa de Marfil por democracia soberana y participativa. El derecho a la autodeterminación de los pueblos de Túnez, de Egipto y del mundo árabe también fue recordado, ya que recientemente estas naciones despertaron e iniciaron una lucha por democracia real y por la construcción del poder popular.

En su declaración, los movimientos resaltan que la lucha contra el capitalismo continuará siendo priorizada. En consecuencia, también sigue firme la batalla contra las transnacionales que "sostienen al sistema capitalista, privatizan la vida, los servicios públicos, y los bienes comunes, como el agua, el aire, la tierra, las semillas, y los recursos minerales”.

"Exigimos la soberanía de los pueblos en la definición de nuestro modo de vida. Exigimos políticas que protejan las producciones locales que dignifiquen las prácticas en el campo y conserven los valores ancestrales de la vida. Denunciamos los tratados neoliberales de libre comercio y exigimos la libre circulación de seres humanos”, manifiestan.

Desde ya, los movimientos sociales convocan a una unión y movilización, especialmente del continente africano durante la Conferencia del Clima de las Naciones Unidas - COP 17 en Durban, África del Sur y en la conferencia Río +20, el próximo año, para que se pueda exigir una vez más el respeto de los derechos de la Madre Tierra y el fin del acuerdo de Cancún, considerado ilegítimo. Desde la Cumbre de los Pueblos Contra los Cambios Climáticos y por los Derechos de la Madre Tierra, los acuerdos firmados en Cochabamba, Bolivia, son considerados la mejor salida para desacelerar el calentamiento global y garantizar la justicia climática y la soberanía alimentaria.

Dentro de la agenda unificada de luchas, la violencia contra la mujer también es citada como un mal que debe ser combatido para garantizar el desarrollo integral de pueblos y naciones. Aún hoy, mujeres y niñas son abusadas en territorios ocupados militarmente y criminalizadas cuando participan de luchas sociales. Con el mismo propósito de defensa, los movimientos manifiestan que también defienden la diversidad sexual y repudian la violencia sexista.

De este FSM también salió fortalecida la lucha contra la criminalización de la protesta social, las ocupaciones militares y en pro de una comunicación libre, alternativa y democrática. Y por todo esto, desde ya, todas y todos son convocados a hacer del 20 de marzo un día mundial de solidaridad con el levantamiento del pueblo árabe y africano, así como fortalecer el 12 de octubre como día de acción global contra el capitalismo.

viernes, 11 de febrero de 2011

PARO UNIVERSITARIO DE LA UPR

San Juan, 11 feb (PL) Un paro de labores en la Universidad de Puerto Rico (UPR) fue ampliado hoy por otras 24 horas, en protesta por la ocupación policial del campus de Río Piedras.

La Hermandad de Empleados Exentos No Docentes (Heend), que hizo el anuncio, y la Asociación Puertorriqueña de Profesores Universitarios (APPU), reclaman la salida inmediata de la policía de los recintos de Río Piedras, Ponce y Cayey.

En esos lugares los estudiantes mantienen un amplio activismo en contra de la cuota especial de 800 dólares impuesta por la administración de la UPR.

La prolongación del paro, originalmente de 24 horas, se registró en víspera de la marcha que se realizará mañana en el sector capitalino de Río Piedras, donde está ubicado el principal campus de la institución académica.

Las autoridades universitarias advirtieron a los profesores que no impartan clases este viernes, así como a los empleados no docentes que no comparezcan a sus labores que tendrán descuentos en sus salarios por tratarse de un acto ilegal.

La protesta por la presencia de la policía en la UPR se agudizó esta semana después que agentes atacaran a estudiantes que pintaban un mural.

Tal fue el exceso, que el propio jefe de la Policía, José Figueroa Sancha, lo reconoció en una entrevista radial.

Aseguró que había ordenado el retiro de la UPR de los agentes involucrados directamente en las agresiones, los cuales serán investigados.

La marcha prevista para mañana tiene como fin denunciar la ocupación policial de la universidad pública y las agresiones contra los estudiantes.

El gobernador Luis Fortuño reveló que se reunió con una recién creada comisión asesora que integran, entre otros, el expresidente de la UPR José M. Saldaña, considerado de línea dura antiestudiantil, y la presidenta de la junta de síndicos Ygrí Rivera, que forma parte del conflicto.

jueves, 10 de febrero de 2011

LA LUCHA SIGUE EN PUERTO RICO

Profesores y empleados de la Universidad de Puerto Rico (UPR), encabezan este jueves un paro de 24 horas en rechazo al aumento de la matrícula y al violento incidente del miércoles entre estudiantes y agentes de la Policía en el recinto de Río de Piedras ubicado en la capital de la isla.

Los efectivos de seguridad arremetieron con sus rolos y golpearon repetidamente a los estudiantes por lo que varios de ellos resultaron heridos.

Los medios de prensa dieron cuenta la víspera cómo funcionarios de la Policía golpeaban a varios universitarios por la cintura y a otros en el piso mientras a otros los tiraban al piso y les imponían el peso de sus rodillas sobre sus espaldas.

El comandante de la región policiaca de San Juan, Sergio Rubín, dijo que fueron arrestados 28 estudiantes.

La Asociación Puertorriqueña de Profesores Universitarios (APPU) y la Hermandad de Empleados Exentos No Docentes (HEEND) anunciaron la huelga luego del incidente que ha resultado el más agresivo desde que comenzaron las protestas universitarias a finales del año pasado por la imposición de la couta obligatoria de 800 dólares.

Desde las primeras horas de la mañana, varios grupos de profesores y trabajadores de mantenimiento se instalaron en los portonoes de acceso al campus para evitar la entrada del resto del personal a la Universidad.

La presidenta de la APPU, María Gisela Rosado, señaló que la intención del paro es llevar un mensaje a las autoridades universitarias y al país para que presten atención y se reconozcan que el personal de la UPR está agotando todos los recursos para el diálogo.

También consideró que "la Universidad no es segura con la presencia de la Policía. Hoy (el miércoles) golpearon inmisericordemente a los estudiantes, incluso a jóvenes que no son huelguistas”.

El superintendente de la Policía, José Figueroa Sancha, dijo que “cuando yo veo exceso, no lo tolero. Inmediatamente, los removí (a los agentes) de la línea e inmediatamente los mandé a investigar”.

Agregó que hubo vídeos que no le gustaron, porque el uso de la fuerza no era proporcional y que los agentes actuaron contrario a las instrucciones de la Policía.

Durante varias horas, la APPU y la HEEND intentaron que la rectora Ana Guadalupe procurara la salida de los uniformados del recinto académico pero el esfuerzo fue en vano.

El presidente de la UPR, José Ramón de la Torre, fue enfático en señalar que la Policía se queda en el Recinto.

“Nuestra administración desea la paz institucional, pero que no se equivoque nadie, el orden lo vamos a hacer prevalecer”, advirtió.

Momentos después líderes de la sociedad civil, políticos, artistas y sindicalistas se concentraron en las inmediaciones de la Universidad para exigir la salida de la Policía.

SOLIDARIDAD DE LA FEDERACION DE ESTUDIANTES DE CANADA CON LOS ESTUDIANTES PUERTO RIQUEÑOS

STATEMENT OF SOLIDARITY WITH STUDENTS IN PUERTO RICO
The Canadian Federation of Students stands in solidarity with the students of Puerto Rico demonstrating against the tuition fee increases unfairly levied upon them. Students in Canada support the right to education regardless of socio-economic or geographic circumstance. The decide to increase tuition fees for students in Puerto Rico represents an attempt to co- modify education and create an elitist system only available to the wealthiest members of society. These actions cannot be justified.
The Federation also strongly condemns the unjust actions of police violating the rights of demonstrators at the University of Puerto Rico through repent and violence. The whole world is watching. The Federation calls for an end to all forms of police repression and persecution against the demonstrators at the University of Puerto Rico and for the government to respect the will of its citizens regarding unjust tuition fee increases and the violations against the autonomy of the university.

MENSAJE DE SOLIDARIDAD CON LOS ESTUDIANTES DE PUERTO RICO
La Canadian Federation of Students (Federación Canadiense de Estudiantes) se solidariza con los estudiantes de Puerto Rico que están protestando la injusta alza de los costos de matrículas. Los estudiantes en Canadá defienden el derecho a la educación independiente de circunstancias socio-económicas o geográficas. La decisión de subir el costo de matrículas para estudiantes en Puerto Rico representa un intento de co-modificar la educación y crear un sistema elitista que sea solamente accesible para gente de altos recursos. Estas políticas son injustificables.
La Federación condena en los términos más enérgicos los injustos actos de la policía que violan los derechos de los estudiantes en Universidad de Puerto Rico a través de la represión y violencia. El mundo entero está observando. La Federación hace un llamado a que terminen todas las formas de represión policial y de persecución contra los estudiantes que protestan en la Universidad de Puerto Rico y a que los gobiernos respeten la voluntad de sus ciudadanos con respecto a la injusta alza de tasas de matrícula y la violación de la autonomía universitaria.

sábado, 5 de febrero de 2011

Estudiantes en huelga convocan a manifestarse el próximo lunes ,7 de Febrero

Impulsados por el lema "la UPR no se rinde", los estudiantes en huelga de la Universidad de Puerto Rico (UPR) están convocando a la comunidad universitaria a manifestarse el próximo lunes (7) en un acto denominado "ENTRA Y SAL PA'FUERA".

La idea del Comité de Representación Estudiantil (CRE) es que todos(as), vestidos de negro, se reúnan a las 11h para comenzar una gran manifestación, y así mostrar toda su indignación ante lo que está ocurriendo en la institución.

Los estudiantes entraron en huelga para protestar contra la nueva tasa de la matrícula impuesta por el gobierno en el valor de 800 dólares. Antes, los alumnos pagaban 49 dólares por materia en la Universidad. Desde que comenzaron la huelga, reciben represalias de parte de la policía. Periodistas que difunden noticias con los hechos también están siendo agredidos.

El objetivo del acto es reunir el mayor número posible de participantes para criticar las políticas que están siendo impuestas por el gobierno contra la universidad pública. "A cada uno de nosotros y nosotras nos sobran razones para estar indignados con lo que está ocurriendo en la Universidad. Es el momento de reencontrarnos como comunidad universitaria y decidir que más vamos a hacer” recalcó Alicia Petru Gerena, portavoz del CRE.

"Estudiante, si te quedaste fuera de la UPR por culpa de la cuota (...), si te suspendieron sumariamente por defender el derecho a la educación (...): ENTRA al Recinto el 7 de febrero para gritar a viva voz ‘no me rindo’”, invitan los huelguistas. El mismo llamamiento se realiza con los profesores: " Profesor/profesora, si has decidido no dar clases en un ambiente de represión (...), ENTRA al Recinto el 7 de febrero para gritar a viva voz 'no me rindo'".

Los estudiantes reclaman por el desinterés de algunas autoridades de la academia, que aceptan la nueva medida y no apoyan a los alumnos. "El Presidente de la UPR, José Ramón de la Torre, sólo es capaz de abrir la boca para anunciar recortes y criminalizar a los estudiantes. Esas voces no representan el sentir de la comunidad universitaria", se desahogan.

La manifestación será un espacio también para compartir ideas y propuestas. La expectativa es "que ese día, independientemente de nuestras diferencias, podamos decir, gritar, cantar, cuantas veces sea necesario: ¡LA UPR NO SE RINDE!".

Centro de Comunicación Estudiantil

Para fortalecer las acciones y mantener a los alumnos informados, el movimiento estudiantil lanzó hoy (4) el portal Comunicación Estudiantil. El Centro de Comunicación Estudiantil (CCE) fue creado también con el objetivo de dar visibilidad a los esfuerzos y actos de los estudiantes. En este canal también será posible archivar documentos oficiales y noticias pertinentes de la Universidad de Puerto Rico (UPR).

"La misión del CCE consistirá en crear puentes de comunicación interna y externa para mantener informados a la comunidad universitaria y al público en general. Además, será la voz oficial difusora de las decisiones tomadas en los plenarios y en el Comité de Representación Estudiantil (CRE),” explicó Xiomara Caro, portavoz del CRE.

Más información, entre aquí: www.comunicacionestudiantil.com.

lunes, 31 de enero de 2011

Declaración de la Federación Estudiantil Universitaria de Cuba.

La Habana, Cuba, 29 de enero de 2011.
Nuevamente los estudiantes de la Universidad de Puerto Rico han sido víctimas de la represión policial por mantenerse firmes en sus protestas contra el aumento del costo de las matrículas, lo que frustrará a miles de estudiantes sus posibilidades de acceder a la educación superior. Esta no es la única vez que los jóvenes han sido maltratados, han tenido que manifestarse enfrentando a las autoridades que pretenden privarlos de sus derechos, violando la autonomía universitaria.
Ante esta inaceptable situación, la Federación Estudiantil Universitaria de Cuba (FEU), fiel defensora de la verdad y la justicia, antiimperialista por convicción, y hermana del pueblo puertorriqueño y su estudiantado, reitera una vez más su apoyo incondicional a esta causa, rechaza de forma enérgica el uso de la fuerza y la persecución de los estudiantes universitarios. Exige el respeto a sus demandas, el derecho a la búsqueda de una solución por la vía pacífica y exhorta a toda la opinión pública mundial y organizaciones amigas a solidarizarse con la causa y exigir el cese de la injusticia.
La juventud del mundo manifestó el respaldo al estudiantado puertorriqueño en el 17mo. Festival Mundial de la Juventud y los Estudiantes, celebrado en Sudáfrica del 13 al 21 de diciembre de 2010. En este espacio, considerado el mayor evento de la juventud del año, se demostró el apoyo a la lucha por los derechos de los jóvenes boricuas, que no se rendirán jamás ante las medidas injustas impuestas por el gobierno títere de ese país.
Defendamos el derecho al acceso público y gratuito a la educación.

Federación Estudiantil Universitaria de Cuba

Mensaje de solidaridad con los estudiantes de Puerto Rico desde Chile

Lamentamos de sobre manera los hechos que en estos días acontecen en Puerto Rico, más específicamente con lo referente a la polémica desatada por el alza de la matrícula de la Universidad de Puerto Rico (UPR) y que deja sobre la mesa las falencias en equidad y oportunidades de acceder a una educación superior que discrimina por capacidad de pago y no por cualidades, ni méritos. Cabe mencionar que los estudiantes han visto vulnerados sus derechos a la educación, pero también su derecho a expresión y manifestación. Los estudiantes y periodistas que cubren la polémica han sido reprimidos por las fuerzas policiales y han visto como su casa de estudios, el campus Rio Piedras, ha sido ocupado ilegalmente por las fuerzas de orden del país.
Resulta triste saber que tácticas gubernamentales como la criminalización del movimiento estudiantil y la represión policial acontecida en el 2010 en Chile se repiten en Latinoamérica y el Caribe. Y sobre todo al darnos cuenta que los estudiantes de toda Latinoamérica enfrentan a cada uno de los gobiernos en sus países por evitar la privatización el sistema de educación en América. Los estudiantes chilenos y latinoamericanos luchamos por la defensa del derecho a una educación que sea motor del desarrollo social, de calidad, igualitaria y de acceso de toda la sociedad.
Hacemos presente el apoyo de las justas demandas de los estudiantes de Puerto Rico y saludamos su valentía y convicción en defensa de la democracia y de una sociedad mejor, soberana y libre del colonialismo. Desde el sur compartimos su lucha y la sentimos propia en vías de generar una educación y una sociedad mejor para toda América.

Federación de Estudiantes Universidad Técnica Federico Santa María Campus Santiago. Chile
FEUSAM 2011

jueves, 27 de enero de 2011

Solidaridad con los estudiantes de Puerto Rico

Rio de Janiero,Brasil, 27 de enero de 2011



Las jornadas de lucha por una mejor educación para todos y todas, se mantienen y expresan con más fuerza en Puerto Rico - aún colonia yanqui en pleno siglo XXI - con la acción de valientes estudiantes y jóvenes. Desde el pasado año vienen enfrentándose al alza inmoral de su matrícula, medida que provoca la exclusión de miles de estudiantes de la Universidad.

La combatividad de nuestros hermanos puertorriqueños, ha recibido como respuesta la militarización de la Universidad. Su Gobernador pro imperialista y reconocido republicano, con la anuencia de las autoridades universitarias cómplices y encubridoras de esta ilegalidad, ha permitido el ingreso de la represión en el recinto de Río Piedras.

Las protestas no han cesado, los estudiantes universitarios de ese país mantienen con más fuerza que nunca la lucha en defensa de sus derechos. Hasta la fecha los acontecimientos han costado cerca de 200 detenidos.

El secretariado ejecutivo de la OCLAE convoca a todas las organizaciones miembros, amigas, asociadas y demás organizaciones estudiantiles y juveniles a levantar una jornada de solidaridad con los estudiantes puertorriqueños.

Denunciemos las violaciones cometidas en ese país, solidaricémonos con la lucha de desobediencia civil que llevan a cabo los estudiantes, jóvenes y pueblo en general por el derecho a una educación justa y de calidad.

Secretariado Ejecutivo de la OCLAE

Firman las organizaciones participantes en la reunión consultiva de la OCLAE del 17 al 20 de enero en Río de Janeiro, Brasil. (FEU (Cuba), ACEU (Colombia), FUPI (Puerto Rico), FEUU (Uruguay), UNE (Brasil), UBES (Brasil), ANPG(Brasil), FUA- MILES (Argentina), FUA- MPE (Argentina), FEUE (Ecuador), FEPE (Ecuador), UNESR (Venezuela), UNEN (Nicaragua), FESE (Nicaragua), Universidad de Panamá, Paraguay, FECH, FEUPLA, FEUTM, FEUSAM y FEUSCH(Chile).

CARTA DE SUDAFRICA

Pretoria, Sudáfrica, 20 de diciembre de 2010

El movimiento estudiantil Internacional reunido en la ciudad de Pretoria, Sudáfrica en el marco del 17 Festival Mundial de la Juventud y los Estudiantes declara:

Nos encontramos en el contexto actual del mundo donde el imperialismo principalmente el norteamericano nos ataca cada día con más dureza para poder sofocar su crisis estructural. Donde nuestros pueblos se ven amenazados con la política belicista llevada adelante por el imperio como son la ya insostenible guerra en Irak y Afganistán.

La crisis capitalista ha acelerado un proceso de mercantilización del conocimiento, privatización de la educación mediante el ataque a la educación pública principalmente en Europa, Norteamérica, en partes de Asia, África y América Latina.

Para llevar a la prácticas estas medidas el FMI y el Banco Mundial se apoyan en el Acuerdo General de Comercio de Servicios (GATS por sus siglas en ingles), acuerdo que intenta incluir a la educación superior como un servicio comercializable.

En la Unión Europea se manifiesta con la estrategia de Lisboa y con el Espacio Europeo de Educación Superior también conocido como proceso de Bolonia. Estas Reformas Universitarias están suponiendo un incremento progresivo de las tasas universitarias que unido a un descenso de las becas públicas conllevan a una elitización en el acceso a la educación superior. De manera paralela se ha producido un descenso de la inversión pública en educación y se han comenzado a crear organismos para buscar financiación privada, consolidándose de esta manera el poder de la empresa privada dentro de las Universidades.

Mientras tanto en Estados Unidos y Canadá se da un renovado proceso de privatización de la educación y mercantilización del aprendizaje y la investigación. De una forma más intensa que en otras regiones el incremento constante de los costos de inscripción ha limitado el acceso a la educación superior y han transferido la mayor parte de los costos educativos a los estudiantes creando una generación sumergida en deuda educativa. Al mismo tiempo se amenazan los últimos vestigios de educación superior con acceso universal como lo es el caso en Quebec donde se intenta eliminar la gratuidad de sus programas en los institutos terciarios de educación superior (CEGEP).

África tiene que salir del estrangulamiento del imperialismo e implementar un sistema educativo armonizado y solidario. La educación en África debe ser gratuita, obligatoria, igualitaria, de calidad y de acuerdo a las necesidades locales a fin de alcanzar un desarrollo sustentable. Los países africanos deben nacionalizar sus Universidades privadas y promover la educación a través de los lenguajes locales. Los estudiantes de áfrica demanda que se provea el acceso a la educación en la nación de Sahara occidental como una muestra de respeto a su independencia y al ser un derecho humano elemental.

Estos procesos se han visto también reflejados en los países de Asia donde con la misma lógica se ha restringido el acceso, reduciendo las plazas en muchas Universidades así como también un aumento de tasas. De la misma manera los cortes presupuestarios que son parte de una agenda de comercialización han dejado a la educación fuera del alcance de las clases sociales de menores recursos. Países y organizaciones imperialistas buscan implementar estas reformas en toda Asia, por lo cual los estudiantes de la región mantienen su lucha de resistencia contra estas políticas.


América Latina vive un proceso muy vivo de discusión y avance en materia de reformas universitarias que impulsan la universalización, gratuidad y el rol transformador de la educación superior y/o Universitaria. Sin embargo, este proceso transformador encuentra resistencia en algunos países del continente, en los cuales se expresa la estrategia imperial a través de la profundización de las políticas educativas neoliberales.
Haciendo valer nuestra historia, exigimos que la educación sea considerada como un bien público, social y un derecho humano fundamental. Es por esto que hacemos un llamamiento al movimiento estudiantil y la clase obrera internacional para luchar por el fortalecimiento de los sistemas e instituciones de educación pública y el papel del Estado como responsable, apostando que este sea el único garante del financiamiento, aseguramiento de la calidad y del compromiso social. Para esto demandamos políticas públicas que vayan en la dirección de asegurar la autonomía, la democracia interna y el cogobierno, la gratuidad, garantizando la universalización del acceso y la permanencia. La educación superior debe responder a las demandas de nuestros pueblos, para poner fin a siglos de explotación. En ese sentido debe estar orientada la investigación generada en nuestra casa de estudios dando respuesta a necesidades de los pueblos y no de grupos económicos o corporaciones. Así mismo los Planes de Estudio deben tener un enfoque de formación de ciudadanos integrales y críticos y comprometidos con la transformación social, soberanía y autodeterminación de nuestros pueblos. Todo conocimiento general de la Universidad debe ser un bien público.

Por todo ello, ¡Hacemos un llamamiento de unidad al movimiento estudiantil internacional para luchar por la educación pública, gratuita, universal y al servicio de los pueblos. Y a luchar por la paz en el mundo!

martes, 25 de enero de 2011

EXITOSA REUNION CONSULTIVA DE LA OCLAE , RIO DE JANEIRO 2011

De manera entusiasta, del 17 al 21 de enero de 2011, en Río de Janeiro, Brasil, los estudiantes de Latinoamérica y el Caribe asistimos a la reunión consultiva de la OCLAE. Asistieron al encuentro 20 organizaciones estudiantiles de 12 países de la región. El encuentro estuvo matizado por tres días de intensos debates. Entre los temas discutidos sobresalieron la crisis insostenible que vive el capitalismo y la necesidad indispensable de crear un sistema más justo y equitativo; la exposición de la situación educativa de cada país: la lucha por mayores presupuestos, la profundización de los cambios, la criminalización de la lucha y la propuesta de la educación para la liberación de los pueblos. Además de la aprobación de la sede y fecha del 16 Congreso Latinoamericano y Caribeño de Estudiantes (CLAE), así como sus directrices generales.
Fruto de las enriquecedoras conversaciones, aportes y puntos de vista de las organizaciones estudiantiles presentes, en tan magno evento, concluimos:
1. La crisis mundial del sistema capitalista, se acentuara aún más en este año y no permitiremos que se pretenda con eso recortar los presupuestos de la educación y se cobre a los pobres más impuestos y se atente contra su dignidad. Que la crisis la paguen los ricos, por una educación sin mercantilización. Educación gratuita y de calidad en función de la trasformación social.

2. Vamos a continuar defendiendo nuestro derecho a educarnos, por más presupuestos para la educación pública, no a los recortes, alto a la criminalización de la lucha: en Colombia, Puerto Rico, Chile y Ecuador.


3. Nuestro 16 CLAE se realizara en la histórica ciudad de Montevideo, Uruguay del 10 al 15 de Agosto de 2011. Todos listos para trabajar, organizar y avanzar. Por un congreso que nos una, vincule a los sectores populares y plantee la necesidad de otra América, posible.

“Por Nuestra América: educación, unidad y libertad”.
“Viva el Movimiento Estudiantil Latinoamericano”.

Secretariado Ejecutivo de la OCLAE

lunes, 24 de enero de 2011

Frente a la aprobación de la "reforma" educativa y las alzas en el Transantiago

El día miércoles fue votada la “reforma” educacional planteada por el
gobierno de Piñera en el Senado. Lamentablemente fue aprobada gracias al
acuerdo que logró el Ministro de Educación Joaquín Lavín con 3 de los
partidos de la Concertación, con lo que claramente se demuestra el
cogobierno existente entre los dos conglomerados binominales.

En sí la Ley sobre Calidad y Equidad de la Educación no trae nada nuevo.
Se rige por la Ley General de Educación, implementada en el gobierno
pasado de Bachelet, demostrando con esto que el gobierno de Piñera sólo
viene a ser la continuación de la Concertación, completando las tareas
que este conglomerado no alcanzó a terminar.

Mientras la Educación siga siendo un lucro en nuestro país, mientras la
educación no vuelva a manos del Estado, difícilmente vamos a hablar de
un reforzamiento de la educación pública, sobre todo si este año se
cerraron varios liceos de distintas comunas.

El CADE llama a todos los estudiantes y a los trabajadores de Chile a
manifestarnos en contra de esta mal llamada reforma, entendiendo que la
única manera de recuperar la educación para las grandes mayorías es que
obtengamos una Educación Estatal, Laica, Gratuita y de Excelencia.

Por otro lado, se anunciaron nuevamente alzas en el transporte público,
alzas que vienen a mermar los sueldos de los trabajadores, alzas que no
tienen relación con la entrega de un buen servicio y que responde a la
avaricia de los dueños de las empresas concesionadas y la colusión que
con ellas tienen los gobiernos de la Concertación y este nuevo gobierno
de Derecha. Ya que anualmente el sistema recibe subsidios del Estado por
unos US $335.000.000. (Trescientos treinta y cinco millones de dólares),
poco sabido es que las utilidades de las empresas concesionarias
alcanzan en la actualidad unos $9.000.000.000 de pesos al año,
acumulando un total de 45.000 millones de pesos desde que se impuso el
sistema. Hay que ser muy “cara de palo” para que después se hagan
campañas para llamar a la no evasión del pago del pasaje, ya que eso
sería “meterle la mano en el bolsillo de los que sí pagan”. Desde que se
implemento el transantiago, a los únicos que se les ha metido la mano en
el bolsillo ha sido a los trabajadores y a sus familias, siendo los
únicos perjudicados.

Todo esto viene a agravar la situación en que nos encontramos, con una
educación excluyente, de mala calidad y con un transporte cada vez más
caro, de mal servicio y todo eso a costa de nuestras costillas.

*/¡Por una Educación Estatal, Laica, Gratuita y de Excelencia para Todos!/*

*/¡Por un Transporte Gratuito y Digno para todos!/*

*Contra la Educación Mercantil...*

jueves, 6 de enero de 2011

UN ANIVERSARIO MAS DE LA HISTORICA Y HEROICA , UNIVERSIDAD DE LA HABANA

El 5 de enero de 1728 nace en el convento de San Juan de Letrán la primera universidad de Cuba, la Real y Pontificia Universidad de San Gerónimo de La Habana. En el acto de inauguración se nombra a fray Tomás Linares del Castillo como su primer rector, quien a partir de ese momento regiría las primeras facultades: Artes y Filosofía, Teología, Cánones, Leyes y Medicina.

EL 2 de enero de 1733 se presentan los primeros estatutos de la Universidad; sin embargo, no es hasta agosto de 1735 que entran en vigor. En ellos se establecía que el gobierno de la Universidad debía estar constituido por un Rector, un Vicerrector, cuatro conciliarios, un Maestro de Ceremonias y un Secretario; cada año el Claustro Mayor realizaría las elecciones para estos cargos. En esta primera etapa se destaca un importante catedrático: Tomás Romay, autor de trascendentales investigaciones en el campo de la medicina y la biología.

Tras un proceso de reformas, la Universidad de San Gerónimo de la Habana pasa a ser una institución laica, y en 1850 cambia su nombre por Real y Literaria Universidad de La Habana. En esta segunda etapa se profundiza el desarrollo científico en la Universidad. Con tal objetivo se funda el museo de historia natural y el jardín botánico nacional pasa a ser regido por la institución. Para ese entonces la enseñanza contaba con las facultades de Jurisprudencia, Medicina, Cirugía y Farmacia.

Figuras como Carlos Manuel de Céspedes, Antonio Bachiller y Morales, Felipe Poey, Francisco de Arango y Parreño, pasaron por sus aulas en estas etapas iniciales. Ellos contribuyeron a forjar un pensamiento nacional autóctono que devino compromiso revolucionario para las nuevas generaciones. Un hecho trascendental fue el asesinato de ocho estudiantes de medicina en 1871, acusados con pruebas y testimonios falsos. Actualmente los estudiantes universitarios rinden homenaje a aquellos mártires. En este período ocurrieron otros hechos medulares de la historia universitaria como la graduación de la primera mujer, Mercedes Riba, el 23 de septiembre 1885.

El 3 de enero de 1899 Brooke delega en el rector amplias facultades para resolver todos los problemas que la administración española había dejado en la Universidad. Expresaba en la carta al Rector: “… le declaro que formalmente delego en usted las facultades propias de que gozaba la autoridad suprema española de esta Isla”. Se iniciaba así la tercera etapa de la Universidad, convertida ahora en “Universidad de la Habana”.

Bajo las ideas del plan Varona, en este período se llevan a la universidad las más modernas ideas docentes de la época. Sin embargo, las condiciones estructurales del edificio de San Juan de Letrán no eran las mejores: se tornaba incómodo e inadecuado.

El 1 de mayo de 1902 comienza el traslado de la Universidad a la colina de Aróstegui, conocida también como la “Loma de la pirotecnia”, y ubicada en el Vedado. En esta época comienza también una importante etapa de su historia; acontecimientos como la fundación de la Federación Estudiantil Universitaria, el pronunciamiento de los discursos de José Antonio Echeverría, el descenso por su amplia y ancha escalinata de la generación del centenario en su histórica marcha de las antorchas y la valentía demostrada por sus estudiantes, son algunos de los sucesos que pueden mencionarse.

La Universidad de la Habana, además de ocupar un sitial de honor en la historia por su aporte a la lucha patriótica, ha sido el centro de grandes educadores cubanos como Enrique José Varona, Luis de Soto, Vicentina Antuña, Mirta Aguirre, Hortencia Pichardo y un grupo de pedagogos cubanos que a lo largo de los 280 años de vida de la Universidad han ofrecido sus conocimientos para beneficio de las nuevas generaciones.

Tras el triunfo revolucionario de 1959 se reabren las puertas de la Universidad habanera, que estuvieron cerradas por 3 años. A partir de ese momento se le da acceso a todo el pueblo y con la Reforma Universitaria de 1962 se depura al estudiantado y al claustro seguidor de la dictadura de Fulgencio Batista. Asimismo se pone la ciencia en el eje de la enseñanza universitaria.

La nueva universidad es desde ese momento protagonista y brazo importante de la Revolución para crear una Cuba nueva.

Gracias al Alma Mater habanera nacen el Instituto Politécnico “José Antonio Echeverría”, el de Ciencias Médicas, el Superior Pedagógico, el de Ciencias Agropecuarias y las ciencias agropecuarias de Pinar del Río y Matanzas. Más de 50 programas de doctorado y otra generación de estudiantes universitarios que le han dado un sitial en la historia. Otra de las grandezas de esta casa de estudios es la de haber formado 1560 jóvenes de países del tercer mundo, en representación de 65 naciones.

Actualmente la Universidad de La Habana posee una matrícula de 60 mil estudiantes distribuidos en sus 17 facultades y las 15 sedes municipales. En el actual período docente educativo se estudian 32 carreras.

Así, con el verdor creciente de los vetustos laureles que pueblan un ángulo de la colina, y los majestuosos edificios que albergan una multitud estudiantes, tiene cuerpo y perfil propio nuestra Universidad de La Habana, conservándose para la historia y la tradición en sus más de 280 años de existencia.

Para intentar un acercamiento a sus plazas, monumentos y demás lugares de interés es necesario que tomemos derrotero a partir de la calle San Lázaro y, ascendiendo los 88 escalones de la escalinata monumental, iniciemos su recorrido.

martes, 28 de diciembre de 2010

Comunicado de la Federación Universitaria Pro-Independencia (FUPI) para la OCLAE respecto a la lucha universitaria actual.

Ahora más que nunca es evidente la agenda global del neo-liberalismo. En todas partes del mundo, los universitarios estamos defendiendo el derecho a la educación pública. En la Universidad de Puerto Rico, los estudiantes han declarado una huelga para protestar la imposición de una cuota de $800 adicionales a los costos de matrícula. Dicha imposición se estima que impedirá a alrededor de 10,000 estudiantes (de una universidad que en su totalidad le provee a 65,000) de continuar sus estudios.

La respuesta del Estado ha sido de sitiar militarmente algunos de los recintos que se han ido a la huelga con la policía, fuerza de choque, equipos SWAT, francotiradores y helicópteros.

Hay que recordar que Puerto Rico es y ha sido una colonia clásica de los Estados Unidos desde 1898. El partido que actualmente está en poder (Partido Nuevo Progresista, PNP) es uno que favorece la anexión de la Isla como un estado de EE.UU. El actual gobernador, Luis Fortuño, es miembro del Partido Republicano de los Estados Unidos. Se autodenomina “Reaganiano” y las políticas que ha impartido para la universidad concuerdan con la imposición de varias políticas de tipo neo-liberal.

Fortuño se ha vuelto muy querido por el Partido Republicano por la imposición de la Ley 7, una ley que dejó sin empleo a más de 20,000 empleados públicos, particularmente en agencias percibidas como enemigas ideológicas. Todas estas medidas han sido con miras hacia la privatización de todas las instituciones del país, particularmente la Universidad de Puerto Rico; considerada por el partido estadista como un “criadero de disidencia”.

Las expresiones públicas hechas por el Secretario de la Gobernación, Marcos Rodríguez Ema, "Yo los sacaría a todos a patadas", avaladas por el gobernador colonial, demuestran el odio que hay hacia los estudiantes disidentes. Este ambiente de violencia es el que los estudiantes de la Universidad de Puerto Rico han tenido que enfrentar día a día.

En los primeros días de paro universitario, el gobierno contrató como empleados de seguridad privada a jóvenes de las comunidades más pobres y marginadas del país para enfrentarse a los estudiantes en pie de lucha. Mediante engaños y sobornos fue que lograron reclutar a alrededor de 200 de estos jóvenes sin alternativas de ingreso monetario en víspera de las navidades. Pero esta política de dividir a los jóvenes del país fracasó, ya que esto ha provocado que la FUPI, junto a otras organizaciones estudiantiles, denuncien estas acciones y creen un mayor vínculo con las comunidades marginadas.

Ante tal fracaso, la respuesta del Estado ha sido prohibir cualquier manifestación, tertulia o actividad que conlleve la reunión de grupos de personas y el establecer como zona militar a la Universidad de Puerto Rico, donde la policía había tenido prohibida la entrada por los últimos 30 años, un logro alcanzado luego de muchos años de lucha. Esta ocupación ha violado de muchas maneras los derechos civiles de los estudiantes y sectores solidarios con la lucha por la universidad pública. Particularmente, el lunes 20 de diciembre, la policía intervino violentamente en una manifestación pacífica dejando a decenas de personas gravemente heridas.

Como en Inglaterra e Italia, los estudiantes enfrentaremos la adversidad, contra viento y marea, por defender lo que nosotros consideramos una causa justa, por el derecho de todos a obtener una educación que les sirva de herramienta para la liberación de la humanidad de las cadenas del imperialismo y el coloniaje al cual nos pretenden someter los capitalistas. La FUPI está comprometida a defender al estudiantado y la universidad pública y accesible para todo el pueblo de Puerto Rico. Está comprometida a combatir el colonialismo y luchar por un Puerto Rico libre, soberano y socialista.



¡A estudiar y a luchar!

miércoles, 22 de diciembre de 2010

Estudiantes Puertorriqueños continúan protestas pese a represión

SAN JUAN, 21 de diciembre. — Fuertes contingentes policiales se mantienen hoy frente al campus de la Universidad de Puerto Rico (UPR) en Río Piedras, en medio de las manifestaciones estudiantiles contra la cuota financiera para matricularse.

La policía persiguió con implacable violencia a los universitarios, lo que causó decenas de heridos.
La policía persiguió con implacable violencia a los universitarios, lo que causó decenas de heridos.

Cerca de medio millar de estudiantes protestan contra la imposición de una cuota adicional de 800 dólares en la matrícula, pese a intermitentes aguaceros, de acuerdo con PL.

Al grito de "No nos pararán", los jóvenes que llevan ocho días en huelga, mantienen un agitado ánimo después que anoche fueran detenidos violentamente cerca de una treintena de ellos, contra los que todavía no se han presentado cargos formales en los tribunales.

Varios estudiantes tuvieron que ser atendidos en centros hospitalarios capitalinos debido a los golpes que recibieron de los agentes.

El presidente de la Comisión de Derechos Humanos del Colegio de Abogados de Puerto Rico, Osvaldo Burgos Pérez, caracterizó lo ocurrido anoche como una "bochornosa actitud represiva" del cuerpo armado.

En horas avanzadas de la tarde la avenida frente a la UPR parecía una zona de guerra por la alta intensidad de gases y la presencia de varios centenares de agentes de la policía, incluidos miembros de la intimidante Fuerza de Choque, añadió Telesur.

martes, 21 de diciembre de 2010

Declaración Pública Confederación de Estudiantes de Chile

Sobre la “Revolución en Educación” impulsada por el actual Gobierno de Chile

Ante presentación por parte del Ministerio de Educación y el Gobierno de un paquete de medidas y un proyecto de ley “Reforma Educacional de Calidad y Equidad de la Educación”, a continuación el Confech expresa el rechazo de los estudiantes de Chile ante la intención de desmembrar la educación pública.

1. La forma en la que se pretende instaurar esta ley de Educación deja en evidencia que el gobierno presenta un modo de gobernar realizando un trabajo antidemocrático, sin la ciudadanía ni los actores que tienen directa vinculación con el sistema de educación. Se generó un proyecto de ley entre las cuatro paredes del ministerio y sin una visión amplia y pluralista del sistema que se pretende reformar. Quedando excluidos de este proceso miradas válidas y necesarias, ratificadas por la experiencia y democracia, como lo son los profesores, estudiantes, padres y apoderados, universidades públicas, etc.

2. Creemos que es una actitud irresponsable presionar al Parlamento para decidir sobre el proyecto de Educación sin darle el tiempo absolutamente necesario a una discusión que definirá el futuro de miles de niños, jóvenes y la sociedad en su conjunto.

3. Tenemos presente que esta manera de gobernar, y copiar modelos extranjeros no ayudan al crecimiento de un Chile más democrático. Que organismos internacionales (como la OCDE y el Banco Mundial) interfieran y tengan más peso político que organizaciones que representan a miles de chilenos, actores sociales y entidades de carácter técnico nacionales (como son las Universidades del Cruch), es una gran muestra de que el gobierno construye a Chile sin los chilenos.

4. La implantación de este proyecto de ley será el broche de oro de un proceso de reforma de la educación, largo y profundo, iniciado en la dictadura, continuado en el periodo de la concertación y retomado por el actual gobierno con afán de consolidarlo. Este proceso, en general, pretende crear un sistema de educación que reproduzca un modelo de regulación de mercado, cosa que resulta preocupante ya que durante los últimos años el sistema de libre mercado ha demostrado solo garantizar una sociedad desigual en oportunidades y garantías para los ciudadanos. Esta reforma, entre otros, tiene como objetivo privatizar la educación y permitir el flujo de capital estatal a entes privados. Esta nueva situación dejaría en manos de la situación económica de cada familia chilena el derecho a la enseñanza de sus niños.

5. El paquete de medidas y proyecto de ley es en esencia contrario a lo que el Confech y los actores de la Educación pretenden implantar como una verdadera reforma en el Sistema de Educación. Queremos un sistema que garantice el derecho a la educación de calidad e igual para todos los chilenos, a través de la vinculación de un Estado que financie, eliminando así las diferencias educacionales provocadas por distintos panoramas socioeconómicos. Esto hace que, lamentablemente, hoy en día, existan estudiantes, escuelas e instituciones de educación superior de buena, mediana y baja calidad.

6. Es evidente que las medidas que contiene el proyecto de ley no garantiza mejorar la educación para todos y por el contrario tiende ampliar más la brecha de calidad entre la educación privada y la pública. La PSU, SIMCE, Prueba Inicia, etc., son mediciones que solo marcan la diferencia socioeconómica de los evaluados, por lo que generar incentivos sujetos a estas evaluaciones hace que los beneficios se dirijan a las personas con menos necesidades manteniendo así la pobreza educativa e incapacidad para crecer de los estratos sociales bajos.

7. Plantear que la modificación de las horas académicas de historia y educación tecnológica enmendará la diferencia en rendimiento de los distintos establecimientos educacionales, es una medida impresentable que carece de fundamentación pedagógica, si queremos que la educación chilena genere personas con identidad nacional, memoria histórica y por ende con sentido crítico de la sociedad, cualidades imprescindibles si queremos que Chile crezca desde y para sus habitantes.

8. La iniciativa de Liceos Bicentenario, corresponde solo a una medida parche y mediática, que para nada soluciona el problema de la educación, sino que genera segregación entre estudiantes que podrán optar a una educación de mejor calidad y otros que seguirán inmersos en los problemas que durante años acongojan a la educación pública.

9. Indicar que los profesores son la causa de los males de la educación chilena es estar ciegos ante el fenómeno educativo chileno que contempla muchas otras variables. Por lo que consideramos errada y deficiente la ley de educación que se enfoca en cambiar y renovar la plana docente, en vez de proteger y mejorar la ya existente y reivindicar sus derechos vulnerados por décadas.

10. Convocamos a los actores de la Educación, actores sociales, al mundo político, y sobre todo a la sociedad en su conjunto, para que juntos defendamos el derecho de todos y todas a una educación de calidad, sin sesgos socioeconómicos ni culturales.

Seremos incansables en la defensa de la educación pública, y avocaremos toda la fuerza del movimiento estudiantil para esta lucha.

Confederación de Estudiantes de Chile

viernes, 17 de diciembre de 2010

Declaración de la OCLAE en respaldo al mensaje de Fidel Castro a los estudiantes y jóvenes participantes en el XVII Festival Mundial de la Juventud y los Estudiantes.

Pretoria, Sudafrica, 15 de diciembre de 2010


Amigos del mundo:
Los estudiantes y jóvenes de nuestra América, participantes en el XVII Festival Mundial de la Juventud y los Estudiantes en Sudáfrica, estamos aquí para respaldar abiertamente el mensaje del comandante Fidel condenando las injusticias y maltratos a los que han sido sometidos los estudiantes británicos que por estos días libran enérgicas protestas contra la política neoliberal del gobierno de ese país. Los políticos gobernantes, traicionando sus propuestas electorales, aprobaron medidas en el parlamento que elevaron a 14 mil dólares anuales el costo de los estudios universitarios. Los recortes realizados a la educación y el aumento de las tasas de ingreso de un 300 por ciento justifican también la rebeldía de los estudiantes que sólo intentan defenderse de burdas acciones.

Las airadas protestas de miles de universitarios y profesores fueron rechazadas por la brutal represión llevada a cabo por una policía bien equipada, que arremetió contra los protestantes cerrándoles el paso de todas las calles y confinándolos a un espacio reducido donde los jóvenes buscaban desesperadamente una salida y a cambio eran golpeados brutalmente. Condenamos la actitud de los partidos neoliberales en Gran Bretaña, que con sus medidas restrictivas quieren limitar el acceso de miles de jóvenes a la educación y convertir en privilegio de unos pocos un elemental derecho de todos, porque la educación es un derecho fundamental de la sociedad. Condenamos también el silencio cómplice de la Unión Europea ante la evidente violación de los derechos humanos de los estudiantes británicos.
Solidaricémonos con los estudiantes que junto a sus profesores han enfrentado valientemente la represión a que fueron sometidos y seamos trasmisores de la verdad.
La OCLAE, como representante de los intereses más genuinos del estudiantado latinoamericano, rechaza además las medidas adoptadas por la administración de la Universidad de Puerto Rico que continúa negándose a eliminar el incremento de 800 dólares a la matrícula y a retirar a la policía de los recintos universitarios. Esta violación de la autonomía universitaria recibe actualmente como respuesta, permanentes manifestaciones de los estudiantes en el hermano país.
Mantengamos firmes nuestros principios en defensa de las reivindicaciones históricas del movimiento estudiantil.
Por el futuro de la humanidad, por la preservación de la paz y la defensa universal de la educación, continuemos la lucha.
¡Hasta la victoria, siempre!

Secretariado Ejecutivo de la OCLAE

jueves, 16 de diciembre de 2010

Policía entra a Universidad de Puerto Rico para frenar lucha

San Juan, (PL) La policía comenzó hoy a ocupar parcialmente los recintos de la Universidad de Puerto Rico (UPR), con el fin de frenar las protestas de los estudiantes que se oponen a la imposición de una cuota de 800 dólares en la matrícula.

El gobernador Luis Fortuño justificó la acción de los agentes tras incidentes de la víspera, que dejaron un saldo de cinco heridos en el campus de Río Piedras.

Fortuño argumentó que la policía tiene la responsabilidad de garantizar el derecho de aquellos alumnos que quieren estudiar en medio de un paro de 48 horas decretado por los dirigentes estudiantiles.

El Gobernador responsabilizó de la crisis al anterior presidente de la UPR, Antonio García, por haber aceptado un alza salarial al personal en medio de una precariedad económica.

El jefe de la Policía, José Figueroa , dijo que se realizarán arrestos de manifestantes dentro de los recintos universitarios que impidan el paso a quienes llegan a estudiar o a trabajar.

Mientras, la vicepresidenta del Partido Independentista Puertorriqueño (PIP), María de Lourdes Santiago, condenó los abusos contra los estudiantes por guardias privados contratados por un millón 500 mil dólares en medio de la crisis económica de la UPR.

La ex senadora independentista dijo que la situación en la institución universitaria responde a la política de privatización del gobierno de Fortuño.

"Lo único que faltaba privatizar en este país era la violencia y ya lo ha hecho el gobierno de Luis Fortuño", apuntó la dirigente del PIP al destacar que el costo de contratar a la compañía de seguridad equivale al pago de la cuota de dos mil estudiantes.

Recordó que la UPR tiene deudas por cobrar por cerca de 300 millones de dólares, de los cuales 170 millones son recobrables de forma inmediata, si existiera interés de la administración.

La gerencia de la UPR dijo que la cuota especial es para garantizar el repago de un préstamos de 40 millones de dólares tomados en medio de la huelga estudiantil de dos meses el pasado verano.

miércoles, 15 de diciembre de 2010

Mensaje de Fidel Castro a los participantes en el XVII Festival Mundial de la Juventud y los Estudiantes en Sudáfrica

Compañeras y compañeros:

Es muy grato para mí y un gran honor acceder a la solicitud que me hicieron llegar de transmitirles un mensaje con motivo del XVII Festival Mundial de la Juventud y los Estudiantes que tiene lugar en la Patria de Nelson Mandela, símbolo viviente de la lucha contra el odioso sistema del apartheid.

Cuba fue sede de dos festivales mundiales: el XI, en 1978; y el XIV, en 1997.

Por primera vez el Festival dejaba de realizarse en Europa para hacerlo en un país de este hemisferio.

La decisión fue tomada por la IX Asamblea de la Federación Mundial de Juventudes Democráticas que tuvo lugar en Varna, Bulgaria, a fines del año 1974.

Eran tiempos diferentes: el mundo se enfrentaba a problemas serios, pero menos dramáticos. Los jóvenes más progresistas luchaban por el derecho de todos los seres humanos a una vida digna; el viejo sueño de los mayores pensadores de nuestra especie cuando era evidente que la ciencia, la tecnología, la productividad del trabajo y el desarrollo de la conciencia lo hacían posible.

En un breve lapso de tiempo la globalización se aceleró, las comunicaciones alcanzaron niveles insospechados, los medios para promover la educación, la salud y la cultura se multiplicaron. Nuestros sueños no eran infundados. En ese espíritu se llevó a cabo el XI Festival Mundial de la Juventud y los Estudiantes, en el que participó también nuestro pueblo.

En el Consejo General de la Federación Mundial de Juventudes Democráticas, celebrado precisamente en la heroica Sudáfrica a principios de octubre de 1995, se aprobó la realización en La Habana del XIV Festival, en el que participaron más de 12 mil delegados de 132 países. Nuestro país llevaba entonces casi 37 años librando la batalla política e ideológica contra el imperio y su brutal bloqueo económico.

Hasta la década de 1980 no solo existían la República Popular China, la República Popular Democrática de Corea, Vietnam, Laos y Kampuchea, que habían soportado guerras genocidas y los crímenes de los yankis, sino también el campo socialista de Europa y la Unión de Repúblicas Socialistas Soviéticas, un enorme Estado multinacional de 22 millones 402 mil 200 kilómetros cuadrados, con enormes recursos de tierra agrícola, bosques, petróleo, gas, minerales y otros. Frente a la superpotencia imperialista, con más de 800 bases militares desplegadas por todo el planeta, se erguía la superpotencia socialista.

La disolución de la URSS, fuesen cuales fueran los errores en uno u otro momento de la historia, constituyó un duro golpe al movimiento progresista del mundo.

Los yankis se movieron rápidamente y extendieron las bases militares y el uso de instalaciones construidas por la URSS para cercar más estrechamente con su maquinaria de guerra a la Federación Rusa, que aún continúa siendo una gran potencia.

El aventurerismo militar de Estados Unidos y sus aliados de la OTAN se incrementó en Europa y Asia. Desataron la guerra de Kosovo y desintegraron a Serbia.

En el ámbito de nuestro hemisferio, aún antes de la desintegración de la URSS, invadieron en el año 1965 a la República Dominicana; bombardearon e intervinieron con fuerzas mercenarias a Nicaragua; invadieron con sus tropas regulares a Granada, Panamá y Haití; promovieron sangrientos golpes militares en Chile, Argentina y Uruguay y dieron apoyo a la brutal represión de Stroessner en Paraguay.

Crearon la Escuela de las Américas, donde no solo entrenaban a miles de oficiales latinoamericanos en conspiraciones y golpes de Estado, sino también familiarizaron a muchos con doctrinas de odio y prácticas sofisticadas de torturas, mientras se presentaban ante el mundo como paladines de “los derechos humanos y la democracia”.

En la primera década de este siglo, la superpotencia imperialista parece desbordarse de su propio cauce.

Los sangrientos sucesos del 11 de septiembre de 2001, en que fueron destruidas las Torres Gemelas de Nueva York -un episodio dramático en el que perdieron la vida alrededor de 3 000 personas-, y el ataque posterior al Pentágono, vino como anillo al dedo al inescrupuloso aventurero George W. Bush para instrumentar la llamada guerra contra el terror, que constituye, simplemente, una peligrosa escalada en la brutal política que Estados Unidos venía aplicando en nuestro planeta.

Está más que demostrada la bochornosa complicidad de los países de la OTAN con tan repudiable guerra. Esa organización bélica acaba de proclamar su propósito de intervenir en cualquier país del mundo donde considere que sus intereses, es decir, los de Estados Unidos, estén amenazados.

El monopolio de los medios masivos de información, en manos de las grandes transnacionales capitalistas, ha sido utilizado por el imperialismo para sembrar mentiras, crear reflejos condicionados y desarrollar instintos egoístas.

Mientras los jóvenes y los estudiantes viajaban hacia Sudáfrica a luchar por un mundo de paz, dignidad y justicia, en Gran Bretaña los estudiantes universitarios y sus profesores libraban una batalla campal contra los fornidos y bien equipados cuerpos represivos que, sobre briosos caballos, los atacaban. Pocas veces y tal vez ninguna otra en la historia se vió un espectáculo semejante de la “democracia” capitalista. Los partidos neoliberales gobernantes ejerciendo su papel de gendarme de la oligarquía, traicionando sus promesas electorales, aprobaron medidas en el Parlamento que elevaban a 14 mil dólares anuales el costo de los estudios universitarios. Lo peor de todo fue el descaro con que los parlamentarios neoliberales afirmaron que el “mercado resolvía ese problema”. Solo los ricos tenían derecho a los títulos universitarios.

Hace pocos días, el actual Secretario de Defensa de Estados Unidos, Robert Gates, al comentar los secretos divulgados por Wikileaks declaró: “El hecho es que los gobiernos tratan con EE.UU. porque les interesa, no porque les gustemos, no porque confíen en nosotros, y no porque crean que podemos guardar secretos. Algunos gobiernos tratan con nosotros porque nos temen, algunos porque nos respetan, la mayoría porque nos necesita. Todavía somos esencialmente, como se ha dicho antes, la nación indispensable”.

No pocas de las personas inteligentes y bien informadas albergan la convicción de que el imperio yanki, como todos los que lo precedieron, ha entrado en la etapa final y que las señales son irrebatibles.

Un artículo publicado en el sitio Web TomDispatch, traducido del inglés por el sitio Rebelión, expone cuatro hipótesis del probable curso de los acontecimientos en Estados Unidos, y en todas ellas la guerra mundial figura como una de las posibilidades, aunque no excluye que pueda haber otra salida. Añade que definitivamente ese país perderá su papel dominante en las exportaciones globales de mercancías, y en menos de 15 años perdería su papel dominante en la innovación tecnológica y la función privilegiada del dólar como moneda de reserva. Cita que ya este año China alcanzó un 12% frente a Estados Unidos 11% en la exportación mundial de mercancías, y aludió a la presentación por el Ministro de Defensa de China en el mes de octubre de este año del superordenador Tianhe-1A, tan poderoso que, como expresó un experto estadounidense, “liquida la máquina Nº 1? existente en Estados Unidos.

Nuestros queridos compatriotas, al llegar a Sudáfrica, entre las primeras actividades rindieron merecido tributo a los combatientes internacionalistas que dieron su vida luchando por África.

Desde hace 12 años en el vecino Haití nuestra misión médica presta su servicio al pueblo haitiano; hoy con la cooperación de médicos internacionalistas graduados en la ELAM (Escuela Latinoamericana de Medicina). Allí luchan también por África combatiendo la epidemia del cólera, que es la enfermedad de la pobreza, para impedir que se extienda a ese continente, donde al igual que en América Latina hay mucha pobreza. Con la experiencia adquirida, nuestros médicos han reducido extraordinariamente la tasa de letalidad. Muy cerca de Sudáfrica, en Zimbabwe, en agosto de 2008, de “forma explosiva” estalló esa epidemia según el diario “Herald” de Harare. Robert Mugabe acusó a los gobiernos de Estados Unidos y Gran Bretaña de introducir la enfermedad.

Como prueba de la total falta de escrúpulo yanki, es necesario recordar que el Gobierno de Estados Unidos entregó armas nucleares al régimen del apartheid, que los racistas estuvieron a punto de usar contra las tropas cubanas y angolanas, que después de la victoria de Cuito Cuanavale avanzaban en la dirección Sur, donde el mando cubano, sospechando ese peligro, adoptó las medidas y tácticas pertinentes que le daban el dominio total del aire. Si intentaban usar tales armas, no habrían obtenido la victoria. Pero es legítimo preguntarse: ¿qué habría ocurrido si los racistas sudafricanos hubiesen utilizado las armas nucleares contra fuerzas de Cuba y Angola? ¿Cuál habría sido la reacción internacional? ¿Cómo habría podido justificarse aquel acto de barbarie? ¿Cómo habría reaccionado la URSS? Son preguntas que debemos hacernos.

Cuando los racistas entregaron el gobierno a Nelson Mandela, no le dijeron una sola palabra, ni qué hicieron con aquellas armas. La investigación y denuncia de tales hechos sería en estos instantes un gran servicio al mundo. Los exhorto, queridos compatriotas, a presentar este tema en el Festival Mundial de la Juventud y los Estudiantes.

¡Patria o Muerte!
¡Venceremos!

Fidel Castro Ruz
Diciembre 13 de 2010

lunes, 6 de diciembre de 2010

Em dia histórico, UNE e UBES comemoram aprovação dos 50% do pré-sal para educação

Na madrugada desta quinta-feira (2), Câmara dos Deputados aprovou Projeto de Lei que determina que 50% dos recursos do Fundo Social do Pré-sal sejam destinados à Educação


Após meses de ampla campanha realizada em todo o Brasil pelas entidades estudantis em defesa do patrimônio brasileiro, o grito das ruas finalmente ocupou as galerias da Câmara Federal e levou os deputados a uma decisão histórica. Por 204 votos a favor, 66 contra e duas abstenções, o Congresso Nacional aprovou na noite da quarta-feira (1) o projeto de lei do pré-sal que cria o Fundo Social e muda o sistema de exploração do petróleo de concessão para partilha.

Tema original do Projeto de Lei 5940/09, o Fundo Social, criado com a aprovação do substitutivo do Senado, terá recursos da exploração do petróleo do pré-sal para aplicação em programas sociais. O texto aprovado reserva metade do dinheiro para programas de educação. Desse total, 80% deverão ser direcionados à educação básica e infantil.

As entidades UNE, UBES e ANPG comemoram a aprovação do projeto como uma vitória histórica para os estudantes, professores e todos que lutam para aumentar os recursos destinados à educação brasileira, com objetivo do país alcançar 10% do PIB em investimentos na área.

Desde que foi anunciada a descoberta da camada pré-sal e seu potencial, as entidades estudantis defendem que essa riqueza permaneça nas mãos dos brasileiros, reparando um erro histórico que o pais cometeu em determinados ciclos de riqueza.

“Não há política pública mais efetiva do que a Educação”, defende o presidente da UNE, Augusto Chagas. “É uma grande oportunidade saldar uma dívida histórica com os brasileiros, com real investimento em Educação. Esse patrimônio deve servir ao país!”. Chagas lembra que não pode acontecer com o pré-sal o que já houve com o pau-brasil, com o café, exemplos de ciclos econômicos que estão registrados nos livros de história mas não se traduziram em benefícios à população.

“É uma grande vitória. Investir em educação é construir uma nação forte e soberana”, declarou o senador Inácio Arruda nos primeiros minutos da manhã desta quinta-feira. Arruda é autor da emenda que diz que 50% do total da receita destinada ao Fundo Social “deverão ser aplicados em programas direcionados ao desenvolvimento da educação". “Fico muito feliz de ter tido a oportunidade de contribuir para a transformação de nossa realidade através da educação”, completou a co-autora do texto, senadora Fátima Cleide (PT-RO).

Muita celebração e congratulações circularam na web pelo microblog Twitter, ferramenta que o movimento estudantil usou para alertar os brasileiros e sensibilizar parlamentares durante grande mobilização da cibermilitância que desencadeou uma guerrilha virtual capitaneada pela UNE.

Agora, é pressionar o executivo
Para o presidente da UBES, Yann Evanovick, essa é a vitória de uma geração. “Após a conquista do volto aos 16, essa foi a nossa maior vitória. Precisamos reafirmar o nosso posicionamento para que consigamos a sansão presidencial. E essa mobilização tem de ser feita de forma maciça pelo movimento estudantil e a juventude brasileira, para que o presidente Lula se sensibilize com essa necessidade e não vete os 50% do Fundo Social do Pré-sal para a Educação”, convocou.

"A conquista de 50% do Pré-Sal pra Educação é motivo de muita comemoração para a ANPG. Há muito estamos construindo essa campanha em conjunto com a UNE e a UBES. É hora do Brasil pagar de uma vez por todas a dívida histórica com a Educação. A expectativa agora é que haja investimentos em Conhecimento Científico, através do aumento de bolsas de Iniciação Científica, por exemplo. Popularizar a ciência no Brasil é necessário! A batalha das entidades estudantis continua", destacou a presidente da ANPG, Elisangela Lizardo.

Histórico de lutas pelos 50% do pré-sal para a educação
Foi em março deste ano, durante a Conferência Nacional de Educação (CONAE), que a emenda dos 50% do pré-sal para a educação tomou corpo e foi protocolada no parlamento. Enquanto estudantes batalhavam no auditório Ulysses Guimarães para aprovar textos na CONAE que garantissem mais financiamento da educação, diretores da UNE e a da UBES coletavam assinaturas de senadores para apresentação de emenda ao PL da Câmara que cria o Fundo Social, destinando 50% para a educação. A emenda, de autoria do senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) e da senadora Fátima Cleide (PT-RO) foi aprovada em junho na Casa. No texto ficou assegurado que dos recursos, 80% deverão ser direcionados à educação básica e infantil e o restante no ensino superior.

Mas essa mobilização teve início bem antes. Em setembro de 2009 a UNE lançou a campanha que ganhou corações e mentes em território nacional e conseguiu unificar uma pauta de mobilização de todo o movimento educacional. O tema: “50% do Fundo social do Pré-Sal para educação e por um novo marco regulatório do petróleo com monopólio estatal”.

Para o presidente da UNE, essa bandeira que a entidade passou defender coloca os estudantes “novamente como protagonistas de um momento ímpar para o Brasil”, a exemplo da histórica campanha “O Petróleo é Nosso” que culminou na criação da Petrobras.

Debates pelo país foram realizados pela UNE para esclarecer o objetivo da campanha e conscientizar os brasileiros sobre a necessidade de que essa riqueza fique nas mãos dos brasileiros.

Destaque ainda para a jornada de lutas 2010, que teve papel fundamental na mobilização da rede estudantil pelos “50% do pré-sal para a Educação”. Essa foi a principal bandeira, defendida nas ruas de todas as capitais.

DEBATE “DEMOCRACIA, INCLUSIÓN Y EDUCACIÓN”

La Federación Universitaria Argentina (FUA) desarrollará en la Facultad de Derecho de la Universidad Nacional de Mar del Plata el 2 y 3 de diciembre un encuentro por la democracia y la integración que tendrá como objetivo debatir y tomar un posicionamiento político entre las autoridades y representantes de la FUA y de las distintas Federaciones Regionales y Centros de Estudiantes de las Universidades Públicas del país.

En el encuentro se planificará la agenda política de la FUA para el próximo año, en el que se incluye objetivos, estrategias y plan de lucha de las temáticas más urgentes del movimiento estudiantil, nuestro país y la región. Además, se desarrollarán distintos paneles y comisiones de debate, la redacción de los documentos finales, su posterior publicación y entrega a los Jefes de Estado y de Gobierno reunidos en la XX Cumbre Iberoamericana durante esos días en Mar del Plata.

Conferencias del Encuentro en la Facultad de Derecho

La FUA también debatirá acerca de la educación como herramienta de inclusión para combatir la pobreza en nuestro continente en línea con lo que será tema prioritario de la cumbre presidencial. Para ello, se prevé la organización -junto al Centro de Estudiantes de Derecho- de conferencias con la participación de representantes nacionales e internacionales, haciendo extensiva a toda la ciudadanía la invitación.

domingo, 28 de noviembre de 2010

POR UNA EDUCACION JUSTA

En el XVII Festival Mundial de la Juventud y los Estudiantes, la OCLAE encontrará la plataforma para denunciar la privatización de la educación

26 de Noviembre del 2010 1:41:51 CDT
UNA vez más, la Organización Continental Latinoamericana y Caribeña de Estudiantes (OCLAE) acompaña al Festival Mundial de la Juventud y los Estudiantes.
A Pretoria, sede de la decimoséptima edición de ese evento juvenil entre el 13 y el 21 de diciembre, la OCLAE llevará la realidad diversa de los estudiantes de América Latina y el Caribe, sus históricas reivindicaciones y propuestas para construir un mundo de paz e igualdad de derechos para todos.
Su presidente, Yordanys Charchaval de la Rosa, explicó a JR que en Sudáfrica se abordarán temas muy variados, que responden a realidades específicas de los países que conforman la organización. Un planteamiento común de muchas organizaciones miembros es la denuncia contra los recortes de presupuestos en las universidades y la privatización de la educación pública en América Latina.
En el Tribunal Antiimperialista, una de las actividades principales del XVII Festival, los estudiantes latinoamericanos y caribeños defenderán el derecho a una educación pública mucho más amplia y de calidad y a la autonomía universitaria, y denunciarán la intención de la Organización Mundial de Comercio de convertir la educación en un negocio, dijo Charchaval.
Estamos opuestos a la privatización, sentenció el dirigente, quien puso como ejemplo de ese proceso a la enseñanza superior pública de Chile. También se abordará la realidad del movimiento estudiantil puertorriqueño, que lucha firmemente por sus derechos y denuncia la verdad de esa neocolonia de Estados Unidos; así como las persecuciones y desapariciones de dirigentes estudiantiles colombianos.
Charchaval adelantó que los estudiantes secundaristas hondureños estarán actualizando al mundo sobre la realidad de su país después del golpe de Estado.
«El Festival será un espacio vital por la confluencia de varias experiencias en materia de educación, y es por ello que hay muchas aspiraciones, mucho compromiso, para que se realicen buenos debates y se puedan alcanzar resoluciones y acuerdos sustanciosos», dijo.
La cita contribuirá a preparar el XVI Congreso de la OCLAE, organización que reúne a 36 federaciones miembros, de 23 países, y representa a más de 110 millones de estudiantes secundaristas y del nivel superior de enseñanza de la región